Atualizado em 5 de julho de 2026 · Guia produzido pela equipe da Arktrix
Resposta rápida
Pra clonar um site você tem 4 caminhos: salvar pelo navegador (grátis, mas quebra o visual e não serve pra publicar), programas de download de site (copiam arquivos, mas exigem conhecimento técnico e falham em páginas modernas), recriar num construtor de páginas (fiel, mas leva horas ou dias) e clonar com inteligência artificial, que copia a página inteira em segundos e já deixa pronta pra editar e publicar no seu domínio. Se o seu objetivo é ter a página funcionando hoje, o caminho de IA é o único que resolve sem conhecimento técnico.
O que dá (e o que não dá) pra clonar
Clonar um site é criar uma cópia funcional do que o visitante vê: estrutura, textos, imagens, botões e estilos. Tudo que é página pública (landing page, página de vendas, quiz, blog, vitrine de e-commerce) pode ser clonado por algum dos métodos abaixo, com mais ou menos fidelidade.
O que nenhum método copia: a parte interna do site (banco de dados, área de login, sistema de pagamento do dono, automações de servidor). Ao clonar uma página de vendas, por exemplo, você recebe a página em si e troca o botão de compra pro SEU checkout, porque o do original pertence a outra operação.
Antes de começar: é legal clonar um site?
Depende do que você copia e de como usa. Em resumo: clonar as suas próprias páginas, trabalhar com autorização do dono ou usar uma página como referência de estrutura (trocando textos, imagens e marca pelos seus) é prática comum e lícita. Copiar o conteúdo de terceiros pra se passar por eles viola direitos autorais e pode configurar crime. O tema tem página própria e detalhada: clonar site é crime? O que a lei brasileira diz.
Método 1: Salvar pelo navegador (grátis e manual)
Todo navegador salva uma cópia local da página: abra o site, pressione Ctrl+S (Cmd+S no Mac), escolha "Página completa" e o navegador baixa um arquivo HTML mais uma pasta de recursos.
Como fazer: 1) abra a página que quer copiar; 2) Ctrl+S; 3) escolha "Página da Web, completa"; 4) abra o arquivo baixado no navegador pra conferir.
Prós: grátis, imediato, não precisa instalar nada. Serve pra guardar uma referência ou estudar a estrutura offline.
Contras: em sites modernos o visual quase sempre quebra (imagens somem, fontes mudam, animações param), o resultado é 1 arquivo solto no seu computador (não é um site no ar), links e formulários continuam apontando pro site original, e você não tem como editar sem mexer em código. Não serve pra publicar.
Método 2: Programas de download de site (HTTrack e similares)
Ferramentas como o HTTrack (gratuito, existe desde os anos 90) varrem um site e baixam os arquivos dele pro seu computador, tentando reconstruir a navegação offline.
Como fazer: 1) instale o programa; 2) informe a URL e as configurações de profundidade; 3) aguarde o download (minutos a horas); 4) abra a cópia local e corrija manualmente o que quebrou; 5) contrate uma hospedagem e suba os arquivos por FTP.
Prós: gratuito, copia sites inteiros com várias páginas, funciona bem em sites antigos e simples.
Contras: exige conhecimento técnico de verdade (arquivos, servidores, FTP, edição de HTML), falha nos sites modernos que montam a página com programação no navegador (o resultado vem em branco ou pela metade), não resolve edição nem publicação, e o processo inteiro leva horas. É ferramenta de arquivamento, não de trabalho de marketing.
Método 3: Recriar num construtor de páginas (WordPress, Elementor e afins)
Aqui você não copia arquivos: abre a página original num monitor e a reconstrói, bloco por bloco, num construtor de páginas (WordPress com Elementor, ou qualquer editor visual de landing page).
Como fazer: 1) contrate hospedagem e instale o construtor; 2) crie uma página em branco; 3) reproduza seção por seção olhando o original; 4) suba as imagens uma a uma; 5) ajuste espaçamentos, fontes e o comportamento no celular; 6) publique.
Prós: o resultado é 100% seu e editável pra sempre, e dá pra melhorar o original no caminho.
Contras: é o método mais lento de todos: uma página de vendas caprichada leva de várias horas a alguns dias, mesmo pra quem já domina a ferramenta. A fidelidade depende do seu olho (espaçamento, tipografia e versão mobile raramente ficam iguais), e há o custo fixo de hospedagem e plugins. Se a campanha precisa ir ao ar hoje, esse método não chega a tempo.
Método 4: Clonar com inteligência artificial (o método de 2026)
É o método mais novo e o que elimina as barreiras dos outros três: uma IA lê a página original e entrega uma cópia fiel, já hospedada e pronta pra editar, em segundos. Na Arktrix o fluxo é assim:
Fluxo real da plataforma: colar o link, clonar e abrir no editor.
1Cole o link da página. Crie uma conta gratuita, clique em novo projeto e cole a URL da página que você quer clonar (a sua, a de um cliente ou a referência autorizada).
Passo 1: cole o link e a clonagem começa.
2Escolha o modo de trabalho. No Modo Max você edita visualmente, clicando nos elementos. No Modo Studio a IA cria uma cópia independente do projeto e você edita conversando em português.
Passo 2: dois modos de edição, escolha pelo seu estilo de trabalho.
3Edite o que precisar. Troque textos, imagens, cores, links de botão, checkout e códigos de rastreamento, sem tocar em código.
4Publique. A página vai ao ar num endereço próprio na hora, com criptografia automática.
Passos 3 e 4: edite no editor visual e publique.
5Conecte o seu domínio. Aponte seudominio.com.br pra página em poucos cliques, com a configuração guiada.
6Receba tráfego. Com pixel e checkout trocados pros seus, a página está pronta pra campanha no mesmo dia.
Prós: segundos em vez de horas, zero conhecimento técnico, fidelidade de estrutura e visual, edição e publicação no mesmo lugar, domínio próprio incluído.
Contras: páginas atrás de login não são clonáveis (vale pra todos os métodos).
Comparativo: qual método escolher
| Método | Tempo real | Custo | Fidelidade | Precisa saber código? | Publica no seu domínio? |
|---|---|---|---|---|---|
| Navegador (Ctrl+S) | 1 min | Grátis | Baixa (visual quebra) | Pra corrigir, sim | Não |
| Programas de download | Horas | Grátis + hospedagem | Média (falha em site moderno) | Sim | Com trabalho manual |
| Recriar no construtor | Horas a dias | Hospedagem + plugins | Depende do seu olho | Não, mas exige prática | Sim |
| IA (Arktrix) | Segundos | Grátis pra começar | Alta | Não | Sim, em cliques |
Regra prática: se é pra guardar referência, o navegador resolve. Se é um site antigo e simples e você é técnico, os programas de download funcionam. Se você quer reconstruir do zero com liberdade total e tem dias disponíveis, use um construtor. Se o objetivo é página no ar hoje, igual ao original e editável, IA.
Depois de clonar: editar, domínio e publicação
Clonar é a metade do trabalho. Antes de mandar tráfego, passe por este checklist:
• Troque todo conteúdo que não é seu: textos, imagens, logotipo e marca (veja o que a lei exige).
• Aponte os botões pro SEU checkout: cada botão de compra deve levar pro seu link de pagamento.
• Instale o seu rastreamento: pixel e códigos de análise seus, e remova os do site original.
• Conecte o domínio próprio: anúncio com domínio próprio converte mais e evita bloqueios de biblioteca de anúncios.
• Teste no celular: a maior parte do tráfego pago é mobile; confira o formulário e o botão de compra na tela pequena.
Erros comuns ao clonar um site
Publicar com o rastreamento do original. Cada visita sua vira dado do concorrente. É o erro mais comum de quem copia manualmente e esquece os códigos embutidos.
Esquecer links internos apontando pro site original. Menu, rodapé e botões secundários levam o visitante embora da SUA página.
Ignorar a versão mobile. A cópia fica linda no computador e quebrada no celular, onde está o tráfego.
Copiar conteúdo protegido sem trocar. Além do risco jurídico, biblioteca de anúncio derruba campanha de página denunciada.
Usar a cópia como desculpa pra não testar. Clone a estrutura validada, mas teste headline e oferta com o SEU público.